Estresse x dor de cabeça: Qual é a relação?

Estresse x dor de cabeça: Qual é a relação?

15 de fevereiro de 2018
Bater metas, cumprir prazos, discutir no trabalho, ser interrompido durante a execução de uma tarefa, ser criticado, falar em público, problemas de saúde e financeiros… Todas essas adversidades são rotineiras, mas elas têm outro ponto em comum: podem desencadear dor de cabeça em resposta ao estresse.  A psicóloga Dra. Juliane Prieto explica o motivo: “Quando a pessoa está sob estresse constante e elevado, o corpo entra em exaustão gerando sintomas como a dor de cabeça e a tensão muscular”. A especialista também revela que as pessoas com Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), por exemplo, têm treze vezes mais chance de desenvolver enxaqueca do que as pessoas não-ansiosas¹, por isso recorrer ao psicólogo (além do neurologista) é bastante importante no tratamento para enxaqueca crônica, que por si só também contribui para a piora das situações estressantes como um ciclo sem fim. Quando a situação é crônica (tanto do estresse quanto da dor de cabeça), a especialista sugere que um psicólogo integre a equipe de tratamento, sendo a terapia cognitivo-comportamental bastante indicada, pois atua nas mudanças dos pensamentos que influenciam as emoções, sensações físicas e comportamentos frente aos pensamentos e emoções. Faça agora o teste de impacto da enxaqueca Realize o teste e descubra, em poucos minutos, como a dor de cabeça impacta sua vida pessoal e profissional. Realizar o teste siga-nos nas Redes Sociais E como funciona? Os profissionais dessa área têm conhecimento de técnicas de relaxamento que podem auxiliar o paciente na redução dos sintomas físicos do estresse e prepará-lo para lidar melhor com os contratempos e com a dor. “A prática frequente de exercícios de relaxamento profundo pode, em alguns minutos, reduzir os batimentos cardíacos, a frequência respiratória, a pressão arterial, relaxar os músculos, diminuir os hormônios do estresse no sangue e acalmar a mente. Como exemplo, temos a respiração diafragmática, o relaxamento muscular, o mindfulness e o biofeedback”, conta Juliane Prieto. Para tentar aliviar as emoções ruins, a psicóloga sugere tentar avaliar as situações com otimismo: “Tente ver as dificuldades como oportunidade de crescimento, pois a interpretação otimista faz toda a diferença. E quando o dia for muito desgastante, com emoções negativas, invista no repouso adequado – durma bem, pratique atividade física, realize as técnicas de relaxamento ou outras atividades de lazer. Todos nós precisamos de tempo para nos recuperar de uma situação estressante e sair do estado contínuo de hiperestimulação”. Se você percebeu que o estresse e a dor de cabeça diminuíram seu rendimento no trabalho, interferiram em sua vida familiar e social, tiraram a sua concentração, atrapalharam seu sono e alteraram o seu apetite, fique atento! Além de relatar tudo isso ao seu neurologista, também é importante conversar com um psicólogo para que ele te oriente e te ajude a conduzir essas situações da melhor forma. O mais importante é que você viva bem e sem dor. O texto acima possui caráter exclusivamente informativo. Jamais realize qualquer tipo de tratamento ou se automedique sem a orientação de um especialista. ¹Mercante, 2011
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